Rio Claro se reúne para discutir a AGB

Fonte: AGB Campinas

Contribuíram Luciano Duarte (fotos), Gustavo Teramatsu, Marcela Barone e Natália Goldschmidt Guidetti (texto)

Foi na noite de 18 de setembro, ao ar livre, no gramado do prédio da Geografia, no campus de Rio Claro da Unesp, que mais de quarenta pessoas, entre professores e estudantes de pós-graduação e de graduação de Geografia, reuniram-se para discutir a Associação dos Geógrafos Brasileiros. A roda de conversa, que se estendeu por mais de duas horas, contou com a participação de não-sócios e de sócios das seções de Campinas e de São Paulo, entre eles os representantes da AGB – o professor Vicente Eudes Lemos Alves, diretor; o professor Fabricio Gallo; vice-diretor; Gustavo Teramatsu, secretário; e Luciano Duarte, tesoureiro (AGB-Campinas), Natália Bellentani (AGB-São Paulo) e os professores do curso de Geografia da Unesp, José Gilberto de Souza e Paulo Teixeira de Godoy. O professor Douglas Santos (AGB-São Paulo), convidado para a atividade, não pôde comparecer e justificou a ausência.

A reunião foi fruto de contatos iniciados nas assembleias das seções locais durante o VII Congresso Brasileiro de Geógrafos realizado em Vitória, há um mês. Entre os assuntos discutidos, foi destacado o papel da militância na construção horizontal da AGB — o professor Vicente lembrou de sua atuação da seção São Paulo como coordenador de intercâmbio de publicações, em meados da década de 1990, quando o diretor era o professor Armando Corrêa da Silva. Os estudantes presentes se interessaram em saber como se dá o funcionamento da Diretoria Executiva Nacional, a DEN, e das Reuniões da Gestão Coletiva, as RGCs. Para abordar o tema, os representantes da AGB-Campinas e AGB-São Paulo compartilharam suas experiências. Além disso, foi destacada a importância dos espaços de debates para a construção política da AGB a partir da diversidade de formas de atuação de cada seção local, tais como os grupos de trabalho (GTs), os encontros e as publicações científicas. Atualmente, mais de trinta seções locais em todas as regiões do Brasil vêm construindo a entidade.

Por fim, foram colocadas questões relacionadas ao papel dos estudantes de graduação na história da AGB, a importância institucional da associação no diálogo entre a universidade e a sociedade, desde o CONFEA/CREA até os centros acadêmicos, além de sua influência para a organização da luta e da atuação crítica dos geógrafos comprometidos com a transformação social. Os estudantes da Unesp apontaram a necessidade de buscar a história da antiga seção Rio Claro da AGB. Um grupo se disponibilizou a retratar esse histórico, a partir de relatos contados pelos antigos participantes e do resgate de documentos.

Sem dúvida, desde já o diálogo do dia 18 de setembro marca o início de um novo capítulo na história da AGB com a Geografia de Rio Claro, união que em muito contribuirá para a geografia brasileira.

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